sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Divagações arbitrárias no culminar de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Lixo em directo
Arroto de Natal
Mensagem do Coveiro aos tontos.
Explicando o que quer dizer com democratização da economia, o primeiro-ministro utilizou a mensagem de Natal para afirmar que quer “colocar as pessoas, as pessoas comuns com as suas actividades, com os seus projectos, com os seus sonhos, no centro da transformação do país”. E “que o crescimento, a inovação social e a renovação da sociedade portuguesa venha de todas as pessoas, e não só de quem tem acesso privilegiado ao poder ou de quem teve a boa fortuna de nascer na protecção do conforto económico”. Traduzindo a treta de Natal por miúdos, a “democratização da economia” de Passos Coelho é a concretização do sonho de fazer de cada português um precário sem direito a protecção no desemprego, de nos pôr a trabalhar mais de um mês à borla e subtrair-nos mais de dois salários por ano, de aumentar os impostos e os preços de serviços públicos essenciais como nunca ninguém aumentou, não se importar que isso traga atrás de si encerramentos de empresas em barda, uma aceleração record do desemprego e um recuo histórico do PIB, de vender empresas públicas ao desbarato e pôr-nos a pagar uma renda a quem as compre durante as próximas gerações, desmantelar os nossos serviços públicos para abrir negócios aos privados e, democracia das democracias, manter as grandes fortunas e o sector financeiro à margem de qualquer sacrifício, ao mesmo tempo que insulta quem sacrifica dizendo-nos para nos irmos embora do país e lembrando-nos que vivemos acima das possibilidades de uma riqueza que nunca provámos. Prefiro não escrever mais nada. Sinto-me insultado sempre que este tipo abre aquela boca.
Actualização: na meia hora a seguir a escrever este post, no facebook, recebi mais dois pedidos na aplicação Castle Ville e um noutra palermice do género. Afinal, deve estar tudo bem.
Texto retirado do blogue O país do Burro em 25 de Dezembro de 2011
PROLETARIZAÇÃO, PERDÃO, DEMOCRATIZAÇÃO DA ECONOMIA
O Primeiro-ministro enfatizou duas ideias na comunicação natalícia e de ano novo, 2012 será um ano de mudança e de “democratização da economia”.
Relativamente à mudança não restarão grandes dúvidas face ao que já conhecemos e ao que se espera conhecer. Os aumentos já decididos em vários serviços e bens, os cortes nos apoios sociais envolvendo diferentes áreas, o aumento de impostos, etc., etc., mostram com de facto 2012 vai ser um ano de mudança, na linha, aliás, do muito que na vida de muitas pessoas já aconteceu, cito, só como exemplo, o aumento já verificado e ainda previsto no número de desempregados.
Por outro lado e relativamente à “democratização da economia”, a perspectiva, até de acordo com gente insuspeita, creio podermos esperar é mais provavelmente uma via de proletarização da economia, aliás, o próprio Primeiro-ministro já enunciou que o caminho é o empobrecimento.
Aumento da carga horária sem alteração de vencimento, corte de dois vencimentos em toda a administração e nas pensões e reformas, flexibilização do emprego, abaixamento do tempo e montante dos subsídios de desemprego, entre outras medidas anunciadas ou previstas que assentam, sobretudo no abaixamento dos custos do trabalho como forma de financiar a economia, ao abrigo da incontornável competitividade, conduzirão, é reconhecido pelo próprio governo, a uma fase recessiva grave que não se percebe com sustentará uma “democratização da democracia”.
Provavelmente, ”democratização da economia” quererá dizer que o acesso à pobreza e às dificuldades é mais equitativo, ou seja, franjas como a chamada “classe média” podem agora aceder à pobreza em situações de maior democratização.
A pobreza já não é uma condição só acessível a alguns, agora e em 2012 muitos de nós já vamos poder ser pobres.
Gostava de estar errado.
sábado, 24 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
O rapaz da fogueira
domingo, 18 de dezembro de 2011
Reacções
Emigra Tu!
E pronto, as contemplações terminam aqui e não há boa impressão pessoal que resista a isto.
Passos Coelho sugere a emigração a professores desempregados
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, sugere que os professores desempregados emigrem para países lusófonos, realçando as necessidades do Brasil.
Questionado sobre se aconselharia os “professores excedentários que temos” a “abandonarem a sua zona de conforto e a “procurarem emprego noutro sítio”, Passos Coelho respondeu: “Em Angola e não só. O Brasil tem também uma grande necessidade ao nível do ensino básico e secundário”, disse durante uma entrevista com o Correio da Manhã, que foi publicada hoje.
Pedro Passos Coelho deu esta resposta depois de ter referido as capacidades de Angola para absorver mão-de-obra portuguesa em sectores com “tudo o que tem a ver com tecnologias de informação e do conhecimento, e ainda em áreas muito relacionadas com a saúde, com a educação, com a área ambiental, com comunicações”.
Caro PM, faça o favor de calar-se ou então, caso não o consiga, deixe a conversa de merd@ apenas para o relvas, os secretários de estado ou os duques que nomeia para grupos de trabalho?
Temos mais ou menos a mesma idade, certamente que aceitará a familiaridade de lhe dizer que entre o seu trajecto e o de muitos professores com a nossa idade, a principal diferença foi a jotice, o agachanço ao padrinho ângelo e o ter aceite abdicar das suas convicções que um dia afirmou serem sociais.
Entre um professor com médio desempenho e um PM desorientado, não há dúvidas quanto a quem escolher. Se não consegue fazer mais do que um qualquer governante do Estado Novo que, perante a incapacidade para gerar riqueza e desenvolvimento, estimula a população (neste caso até qualificada) a emigrar, então é porque está a ocupar o cargo errado e, no seu caso sim, está a mais entre nós.
Bute nisso!
Texto Publicado no Blogue do Educação no dia 18 de Dezembro
Expulsem-se os professores.
E afundem-se-lhes os barcos, descarrilem-se-lhes os comboios, despistem-se-lhes os carros e expludam-se-lhes os aviões mal saiam!
Texto Publicado na Educação do meu Umbigo no dia 18 de Dezembro de 2011
Hannibal ad portas
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Biodiversidade
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Entretanto
Reforma Curricular
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Carta aberta assinada pelos professores de História e de Geografia
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
Pérolas a porcos
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Conhecidos do Brantuas
Ceifando em seara alheia...
'gaspar tem sofrido pelo benfica'
é tão bonito o ajustamento na sua poesia de tragédia em valsa lenta, inevitável como a chuva que cai, do céu, apesar das preces por sol a nossa senhora. a realidade engana, dizem os magos de bruxelas berlim, enquanto servem mais uma dose. horizonte de austeridade infindável, 100% de hipóteses de chuva.
Publicado no Blogue Oblogouavida por Gui Castro Felga
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
O camarada Bruno
domingo, 27 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Um relato para ler e reler
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Em dia de Greve Geral
HDR/DRH
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Indicadores demográficos e económicos
Deixo aqui o link:
http://static.publico.pt/homepage/infografia/mundo/IndiceDesenvolvimento/?mid=536
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Homenagem a Orlando Ribeiro

domingo, 13 de novembro de 2011
Sugestão
Numa rua da Alemanha!!!!
sábado, 12 de novembro de 2011
A mesma História
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Do caraças...
Quem cospe para o ar...
domingo, 6 de novembro de 2011
Million dollars question
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Conforto é a tua tia
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Once upon a time...
O desmoronar da Democracia
terça-feira, 1 de novembro de 2011
O fim anunciado da disciplina de História
Texto publicado no blogue de Paulo Guinote "Educação do meu umbigo"