sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Ele come tudo e rapa o tacho
Anda tudo grosso
E a seguir, é o azeite? De qualquer forma, atrevo-me a sugerir estes versos. Quem sabe se...
quinta-feira, 15 de março de 2012
Indignado com os políticos do meu país!!!
quarta-feira, 14 de março de 2012
Tou parvo!
Declaração errada do Ministro Miguel Relvas
sábado, 10 de março de 2012
Ausência
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Aquando do meu ténue regresso ao activo
domingo, 26 de fevereiro de 2012
O desencantamento do mundo
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Homenagem
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Os CNO, o erro de Crato e o fim da educação para adultos em Oliveira do Hospital
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Cultura Cívica
Parece que o Governo insiste no propósito de
liquidar o feriado de 5 de Outubro, no dia que lhe quadra pelo calendário,
argumentando que ele pode ser comemorado no domingo seguinte. Que este Governo
insista nesta miserável proposta, não é, para nós, motivo de espanto. Quem nos
governa é um pobre e descerebrado bando de apátridas, um rebanho tecnocrata e
inculto de boçais, um coio de gentalha que nada sabe do País, da sua História,
das suas raízes, da sua Verdade essencial e da sua matriz eterna. Por aqui, portanto,
nada de novo. Mas o Governo não pode, só por si, levar por diante o seu
projecto antipatriótico sem o aval da Presidência da República. O titular desta
Suprema Magistratura terá de a confirmar, referendando o dislate governamental.
E é aqui que a cena anima. Porquê ? Porque será uma singularidade digna de
Molière espreitarmos o actual ocupante do Palácio de Belém no seu miserável
acto de referenda. Este PR e todos os demais só ocupam o cargo, só são
Presidentes da República, só detêm em si a sacralidade simbólica da suprema
representação de Portugal porque , num certo 5 de Outubro de 1910, houve quem
se tivesse batido de armas na mão, houve quem tivesse arriscado a vida, a
fazenda e a liberdade, para que as Instituições pudessem mudar, dando origem às
que hoje se encontram em vigência. Pelo que sabemos do Silva, temos como certo
que ele nem pestanejará na concessão da sua concordância. Era exigir-lhe
demais, se lhe fosse solicitado um acto de nobreza. Era uma demasia para a sua
vileza endógena, para a reles liga somática e anímica de que é feito. Assim,
aguardaremos sem expectativa mas com memória justiceira o dia em que o Silva,
renegando o património de Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Bernardino Machado,
Canto e Castro, Manuel Teixeira Gomes, Mário Soares, Jorge Sampaio e outros
(para quem quiser outros evocar), o dia, dizíamos em que o pedinte (é-o, sem
dúvida) de Belém, pagar ao Coelho e ao seu Governo o tributo da indignidade,
fazendo-lhe a vontade. Não foi por acaso que evocámos Molière. É que foi ele
que, através da figura imortal de Monsieur Jourdain, colocou no palco um ser
humano que "fazia prosa sem dar por isso". O Silva, no dia em que
empunhar a sua canetinha para "fazer o frete" ao Coelho, colocar-se-á
exactamente na posição homóloga à de Monsieur Jourdain. Ele será então, de
acordo com a sua vocação de sempre, Presidente da República ... sem dar por
isso.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
A magia da taça de Portugal!!!
O meu pai ensinou-me desde muito novo a gostar e a vibrar com a Briosa. Após o jogo, quando cheguei a casa estive, a folhear o livro da História da Académica e li atentamente as linhas que enunciavam com orgulho a vitória sobre o Benfica em 1939, na primeira taça de Portugal da História do futebol português. A Associação de Estudantes de Coimbra venceu, o poderoso Benfica por 4-3, contrariando as expectativas que davam um grande favoritismo aos que vestiam de vermelho.
Recordei as minhas primeiras visitas ao velhinho Estádio do Calhabé, onde senti, a verdadeira mística que ostentam aquelas camisolas negras. Lembro-me dos primeiros nomes que aprendi a soletrar, os tobagenhos Latapy e Lewis, Fua ou o eterno Rocha que eram alguns dos nomes que se destacavam no início da década de 90, estávamos então na antiga divisão de honra. Memórias que eu julgava perdidas, com a transformação do futebol num negócio, onde se perdeu a afinidade ao clube local e ganharam ascendente os designados “três grandes”, que asfixiaram o crescimento de todos os outros. É a lei dos mais forte, que tal como em todas as esferas, vigora também no futebol.
Já convivi neste Estádio, com esta moldura humana, no entanto não senti, como neste jogo, a força de um público, de uma cidade, de um distrito a torcer por um emblema. Com a urgência de aumentar as receitas, a direcção da Académica viu-se na necessidade de ter o máximo de adeptos no estádio, o que conduziu que se perdesse muito da mística que existia no velhinho Calhabé, onde as capas negras e os estudantes, que neste jogo voltaram a embelezar as bancadas, puxavam em uníssono rumo a um objectivo, a vitória.
É por todas estas razões, que eu considerei este jogo muito especial e me senti orgulhoso por ser da Académica. Houve taça, assim o futebol é bonito.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Maus caminhos
Fiquei a saber, graças a um magnífico artigo de Jorge Almeida Fernandes, no Público, que, na Hungria, o governo de direita nacionalista fez uma revisão constitucional de tal forma severa que, de futuro, se tornará praticamente impossível a outros governos seguirem políticas que não sejam nacionalistas, etnocentradas (o irredentismo magiar) e retrógradas nos costumes e valores. Pior, para além de a Cosntituição deixar de fazer referência à forma republicana, coloca a «nação» sob os auspícios de «Deus e da Coroa» e a forma como a comunicação social está manietada e controlada, os lugares do aparelho de Estado entregues, de forma blindada, a comissários políticos.
É verdade que não tenho visto televisão nem lido muitos jornais. Mas não me surpreenderia que esta deriva proto-autoritária no país de Horthy não tivesse merecido grande destaque...
De qualquer forma, fica mais esta nota desconfortante sobre os caminhos que se seguem no seio da UE, outrora vista como um notável projecto político.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
A primeira surpresa do ano
