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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

FENPROF leva alegados indícios de manipulação a Pinto Monteiro

Aguardam-se os resultados do encontro entre o líder da FENPROF Mário Nogueira e o Procurador Geral da República sobre a fraude que tem sido a colocação dos professores este ano lectivo.

A notícia foi desenvolvida na edição online do jornal Sol de hoje.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A delapidação do ensino público

Infelizmente sentimo-nos  impotentes para fazer face a um sistema que dá  liberdade às escolas para a escolha do seu corpo docente quando as ofertas são endereçadas para as ofertas de escola tal como demonstra o decreto lei aprovado no dia 15 de Fevereiro de 2007:
Os concursos de "contratação de escola" regem-se pelo Decreto-Lei 35/2007, de 15 de fevereiro;
De acordo com o ponto 2 do artigo 6º desse normativo "cabe ao órgão de direção executiva da escola fixar os critérios objetivos de seleção em que assenta a decisão de contratar, colhido o parecer vinculativo do conselho pedagógico";

A falta de transparência e o jogo de interesses sobressaem cada vez mais como já foi referido neste blogue durante o mês de Setembro. Hoje, mediante  o contacto com uma escola apercebi-me através de um membro da direcção, que elaborou uma simulação, a impossibilidade de colocar horários anuais nas ofertas de escola, mesmo quando se inscreve a cláusula aumento de turma. É vergonhoso e pouco ético o que o ministério está a fazer aos professores. Usar técnicas e estratégias que não privilegiam em nada  a qualidade do ensino. Se há a possibilidade de estabelecer dois tipos de horários, anuais e temporários essa lei deve entrar em vigor e não apenas aplicar uma, impossibilitando a concretização da outra. É contra esta fraude no ensino que irei lutar, esperando o apoio da Fenprof que agora mais do que nunca deve apoiar os professores,que vêm os contratos cada vez mais precários.  

Apercebo-me com tristeza da criação de vários segmentos e divisões na classe docente, os professores do quadro, os professores contratados que foram colocados ou reconduzidos a 31 de Agosto e por isso têm um contrato anual até 31 de Agosto e os restantes professores contratados que foram colocados após 12 de Setembro salvo erro, que apenas podem ter contratos renovados mensalmente. É com enorme tristeza que eu constato esta situação e reafirmo a necessidade de união de todos os professores mesmo aqueles que estão numa situação "confortável", ou melhor que têm emprego actualmente. A união faz a força e só assim poderemos alterar políticas e evitar a extinção dos concursos públicos que é o caminho a seguir num futuro próximo.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Arranja-me um emprego

Apercebo-me com apreensão toda esta situação vivida no meu país, verificando com cada vez mais clareza o poder transparecido por uma maioria absoluta que privilegia as zonas francas, demonstrando-se com cada vez mais clareza e sem pejo, a implementação do clientelismo e da designada cunha em todos os parâmetros da vida social e profissional.

As medidas restringem cada vez mais os direitos sociais são cada vez mais evidentes assim  como a dificuldade de arranjar um emprego. Apetece-me dizer tal como o Sérgio Godinho "Arranja-me um emprego".

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Vidas adiadas

Não há remédio: este ano é para o desemprego. Acabei de ver agora a lista da terceira bolsa de recrutamento e o cenário só se agravou. Nem vale a pena explicar como.

Quanto ao ministério, nada se me ocorre dizer a não ser esta interrogação: como podem Nuno Crato, o director da DGRHE e outros, dormir descansados? As suas acções ou omissões destroem vidas aos milhares. Esta autêntica velhacaria, em país que se desse ao respeito, só poderia conduzir à reparação dos lesados ou à demissão sumária dos responsáveis. Se o governo não existe para servir mas para destruir, para quê o governo?

Se o actual ministro da educação alguma vez gozou de expectativa favorável, esta criminosa situação nos concursos vem recordar aos néscios o princípio básico da prudência em matérias de sebastianismo.

Entretanto, a FENPROF apresentou queixa-crime contra o ministério. Podem ter todos os defeitos do mundo, mas são os únicos que defendem os professores e enfrentam o Ministério da Educação.
 

sábado, 24 de setembro de 2011

Elucidativo