sexta-feira, 13 de abril de 2012
As convulsões da educação
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Europa?
terça-feira, 10 de abril de 2012
Desventuras da minha terra
Valente povo que tais arcaísmos liberais tolera...
Encantos da minha terra
sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Ele come tudo e rapa o tacho
Anda tudo grosso
E a seguir, é o azeite? De qualquer forma, atrevo-me a sugerir estes versos. Quem sabe se...
quinta-feira, 15 de março de 2012
Indignado com os políticos do meu país!!!
quarta-feira, 14 de março de 2012
Tou parvo!
Declaração errada do Ministro Miguel Relvas
sábado, 10 de março de 2012
Ausência
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Aquando do meu ténue regresso ao activo
domingo, 26 de fevereiro de 2012
O desencantamento do mundo
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Homenagem
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Os CNO, o erro de Crato e o fim da educação para adultos em Oliveira do Hospital
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Cultura Cívica
Parece que o Governo insiste no propósito de
liquidar o feriado de 5 de Outubro, no dia que lhe quadra pelo calendário,
argumentando que ele pode ser comemorado no domingo seguinte. Que este Governo
insista nesta miserável proposta, não é, para nós, motivo de espanto. Quem nos
governa é um pobre e descerebrado bando de apátridas, um rebanho tecnocrata e
inculto de boçais, um coio de gentalha que nada sabe do País, da sua História,
das suas raízes, da sua Verdade essencial e da sua matriz eterna. Por aqui, portanto,
nada de novo. Mas o Governo não pode, só por si, levar por diante o seu
projecto antipatriótico sem o aval da Presidência da República. O titular desta
Suprema Magistratura terá de a confirmar, referendando o dislate governamental.
E é aqui que a cena anima. Porquê ? Porque será uma singularidade digna de
Molière espreitarmos o actual ocupante do Palácio de Belém no seu miserável
acto de referenda. Este PR e todos os demais só ocupam o cargo, só são
Presidentes da República, só detêm em si a sacralidade simbólica da suprema
representação de Portugal porque , num certo 5 de Outubro de 1910, houve quem
se tivesse batido de armas na mão, houve quem tivesse arriscado a vida, a
fazenda e a liberdade, para que as Instituições pudessem mudar, dando origem às
que hoje se encontram em vigência. Pelo que sabemos do Silva, temos como certo
que ele nem pestanejará na concessão da sua concordância. Era exigir-lhe
demais, se lhe fosse solicitado um acto de nobreza. Era uma demasia para a sua
vileza endógena, para a reles liga somática e anímica de que é feito. Assim,
aguardaremos sem expectativa mas com memória justiceira o dia em que o Silva,
renegando o património de Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Bernardino Machado,
Canto e Castro, Manuel Teixeira Gomes, Mário Soares, Jorge Sampaio e outros
(para quem quiser outros evocar), o dia, dizíamos em que o pedinte (é-o, sem
dúvida) de Belém, pagar ao Coelho e ao seu Governo o tributo da indignidade,
fazendo-lhe a vontade. Não foi por acaso que evocámos Molière. É que foi ele
que, através da figura imortal de Monsieur Jourdain, colocou no palco um ser
humano que "fazia prosa sem dar por isso". O Silva, no dia em que
empunhar a sua canetinha para "fazer o frete" ao Coelho, colocar-se-á
exactamente na posição homóloga à de Monsieur Jourdain. Ele será então, de
acordo com a sua vocação de sempre, Presidente da República ... sem dar por
isso.
